top of page

FORTE, BRUTA E LEVE



No agreste pernambucano, a casa de campo dialoga com sua localidade e exalta a cultura e a arte.

Uma construção branca e modulada valorizada pelas linhas retas da arquitetura.

Do solo rochoso do agreste, o projeto arquitetônico é emoldurado pelas paisagens campestres.

Construção acompanha a ondulação do terreno.

Na ambientação, tons neutros com contraste de pontos de cor.

Cortes, recortes e volumes dão forma à casa.










Revestimentos mimetizam a natureza.












A área de lazer conecta interior e paisagem.

Piscina foi construída com borda infinita e em balanço para enfatizar o cenário impactante.

A construção emoldura a paisagem pernambucana campestre

No projeto, marquise, arremates e contornos foram idealizados para percorrerem os vãos em profusão.

Posicionamento da construção aproveita a iluminação natural.

Tons terrosos e amadeirados em equilíbrio com elementos que remetem às pedras ornamentais.

Jantar abre-se para os terraços e aberturas ajudam na circulação natural.

Construção explora a beleza do entorno.

Obras trazem xilogravuras do artista pernambucano J. Borges.

Vãos trazem a paisagem para os espaços internos.

A proposta retilínea eleva e leva à natureza.

Tudo é sombra, tudo é luz.


Profissionais expressam por meio de um poema contraponto à rigidez das linhas retas da arquitetura:


Casa 212


Do solo rochoso do agreste,

Da paisagem pernambucana campestre, Dura, firme e plana,

Por uma boa arquitetura no Nordeste.


A casa de campo brota nas pedras,

Em terras verdes onduladas,

Se espraia pelo sítio,

Uma construção branca e modulada.


Na poesia do aflorar retilíneo,

Tudo se eleva e leva à natureza.

Arestas, volumes e balanços,

Apontam e despontam certos avanços.


Marquise, arremates e contornos,

Percorrem vãos em rumo finito.

Tijolo, ferro e concreto,

Em equilíbrio neste monolito.


Entre encontros e desencontros,

A casa ganha forma.

Entre cortes e recortes,

A paisagem se conforma.


A linha reta que emoldura, Enquadra visadas, esculpe cenas.

Transborda espaços,

E desborda em tantos quartos.


No manifesto ativo dos planos,

Tudo a reta conduz.

Forte, bruta e leve,

Tudo é sombra, tudo é luz.




Projeto arquitetônico e interiores:NEBR Arquitetura @nebr_arquitetura (Edson Muniz @edsonnebr, Amanda Brandão e Chico Santos)

Área construída: 400 m²

Louças e metais: Deca @decaoficial

Revestimentos: Portobello @portobello

Tintas: Iquine @tintasiquine

Vidros: Seves Glass Block @seves_glassblock

Localização: Gravatá, Pernambuco

Fotógrafo: Maíra Acayaba/Divulgação @mairaacayaba

Texto Janaína Silva @janainass


bottom of page